quarta-feira, 27 de outubro de 2010

MAR

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MAR

Que alguém grite o que eu sinto, para que o mundo o saiba.
Que alguém me leia, como um livro,
que me saibam ver, e estudar.
Decorem o meu rosto, cada linha,
o meu corpo, cada traço
o meu ser ...devagar.
Que alguém me grite, grite esta angústia
de não poder dizer.
Que alguém fale, fale deste meu mar
E segrede baixinho, dos meus lábios aos teus
esta vontade imensa de te amar.

(Dedicado por um Amigo)

27 de Outubro de 2010


5 comentários:

Victor Gil disse...

Amiga TERE.
Com um amigo assim não precisas de um amor, já o tens. Lindas palavras de uma pessoa com muita sensibilidade.
Beijos amiga
Victor Gil

Mai disse...

Que se decifre este livro, rapidamente, porque pelas letras, se devora em quereres.

grande abraço, Mité

TERE disse...

Obrigada Victor..obrigada Mai.
E sobre o poema veio fazer-me bem, sim já que há muito ninguém escrevia assim para mim.

Doces carinhos.

Alberto David disse...

á somos amigos, o resto é fantasia, é pura ilusão, quem não chora, nesta vida, se o próprio mar também chora

Um beijinho

TERE disse...

Obrigada Alberto por teres comentado.
No início da frase deve faltar um J...mas dá para entender.

Beijinho retribuido.