quinta-feira, 26 de novembro de 2009

Com dedicação

3 comentários:

EDUARDO POISL disse...

"... E de novo acredito que nada do que é
importante se perde verdadeiramente.
Apenas nos iludimos, julgando ser donos das coisas,
dos instantes e dos outros.
Comigo caminham todos os mortos que amei,
todos os amigos que se afastaram,
todos os dias felizes que se apagaram.
Não perdi nada,
apenas a ilusão de que tudo podia ser meu para sempre."

Miguel Sousa Tavares

Abraços com todo meu carinho.
Um lindo final de semana com muito amor e carinho

JOE ANT disse...

"Não queiras gostar de mim sem que eu te peça.
Nem me dês nada que ao fim eu não mereça"

....
Tanto o gostar,como o merecer, neste mundo virtual, é relativo e válido em ambos os sentidos.

A A1 (Lisboa > Porto) tanto é:
- Encontro ascendente; como...
- Encontro descendente; ou...
- Vias de desencontro: enquanto um sobe, o outro desce.
...
O problema são sempre esses "fados":
- A falta de vontades conjugadas;
- A intençao pura;
- As barreiras naturais e artificiais criadas;
- E as vicissitudes que dão origem a muitos fados:
" De quem eu gosto, nem às paredes posso e consigo confessar"
...
Há ainda que considerar as intensidades dos
"gostos".

TERE disse...

Para já 3 caranguejos na mesma "janela" de comentários...Um lá em terras brasileiras, onde parece ter qualidade de vida a valer....outro acho que por perto de Lisboa, mais próximo fisicamente
mas como "não há longe nem distância"e para a amizade se desenvolver acho que pelo facto de não "estar junto" a distãncia não é factor inibidor(acho eu)... e eu ...a carangueja que vive no norte de Portugal mas com espírito universalista, apesar de bem caseira...Outros factores inibidores?
Estados civis diferenciados, situações financeiras abaixo ou acima da média para mim não contam no plano da amizade e para gostar basta empatizar, ser cúmplice ou não, deixar os sentimentos voar" ao sabor de ventos e marés" desde que não se prejudique ninguém!!!

Abraços afectuosos.
Fim de semana sem pensar em obras ´publicas e no caso de Portugal nos aumentos das reformas de 1 ou 1 e meio por cento...materialismos leva-os o vento para quem sabe como fazer e viver, mas nem sempre ser e estar...Ter basta o que dê para fome não passar e e os encargos conseguir pagar...eina eina...onde vou eu?????

Com amizade, carinho e um doce beijinho

Tere